28 ago 2018 | 13:34:46

Mercado: Pateo do Batel é exportada para a Nova Zelândia

Crioula de Roberto Belina leva no curriculum vitória no Grande Prêmio OSAF (gr.I).


Pateo do Batel deverá ser coberta por Golden Horn.

Imagem: Porfírio Menezes/Divulgação JCSP

Investidores da Nova Zelândia adquiriram a brasileira Pateo do Batel, 5 anos, filha de Shirocco e Kuesta Ragazza (Hibernian Rhapsody). Criada por Roberto Belina, a corredora teve, recentemente, encerrada a campanha, seguindo para o exterior diretamente na condição de reprodutora.

Segundo informação de Mário Marquez, da agência TBS, que intermediou a negociação, Pateo do Batel deverá embarcar, no início de setembro, para a Inglaterra. Tende a ser, então, padreada por Golden Horn (Cape Cross), o ganhador do Prix l’Arc de Triomphe (gr.I) e do Epsom Derby (gr.I), cuja geração de estreia debutará nas pistas internacionais em 2019. De lá, seguirá viagem rumo à Nova Zelândia.

Em 14 saídas desenvolvidas entre Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo, Pateo do Batel obteve 2 primeiros lugares. O mais importantes deles, alcançado no Grande Prêmio OSAF (gr.I) de 2017, na capital paulista.

Mais notícias

Cancha reta: Imponente Heart vence o GP Cidade de Santo Augusto

Vitorioso pertence ao Haras Rio Iguassu.

Vip Na Balada é a líder entre as potrancas de São Paulo

Corredora liderou dobrada do Haras Valentin no Grande Prêmio Presidente José Antonio Pamplona de Andrade (G3).

Especial Copa Precocidade e Velocidade: a história da prova, o ciclo do craque

Desde a sua primeira edição, a Copa Precocidade e Velocidade ABCPCC revelou diversos corredores de exceção. Seu primeiro vencedor, London Moon, atualmente serve como garanhão, em Bagé - dando cabo ao ciclo dos campeões, que definem a genética da raça.