Na Taça de Prata de Potros, um fenômeno chamado Dashing Court
Favorito de devolução, potro do Haras Cima desfilou no GP João Adhemar de Almeida Prado (G1)
Vicente Paiva comemora a vitória do fenômeno Dashing Court
Imagem: Marília Lemos
Tido e havido com a grande “barbada” da Copa dos Criadores, Dashing Court, filho de Courtier e Alta Floresta (Teton Forest), de criação e propriedade do Haras Cima, proporcionou ao público turfista demonstração de incrível poderio locomotor. Foi protagonista de um galope de saúde no Grande Prêmio João Adhemar de Almeida Prado – Taça de Prata (G1), prova disputada neste sábado (27), em Cidade Jardim, por produtos de 2 anos, com R$ 178 mil em premiações.
Dashing Court, sem surpresas, foi para a ponta, após a partida. Novo Sol disputava o segundo com Zabar’s. Ripped Jeans era o quarto e Jobster o quinto. Ultimate Warrior e Oberyn acionavam nas posições subsequentes.
Na abordagem da reta final, enquanto os jóqueis dos seus escoltantes já vinham “deixando andar” suas montarias, Vicente Paiva mantinha-se de posição alta, no dorso de Dashing Court. Somente a 300 metros do disco – sem, frise-se, ser ameaçado por quaisquer dos seus adversários – Dashing Court foi, finalmente, acionado.
Decolando para o disco, abriu 7 corpos e ½ sobre Oberyn, que atropelou para formar a dupla. Novo Sol foi o terceiro e Zabar’s o quarto. Ripped Jeans completou o marcador. Depois, Jobster e Ultimate Warrior.
Recebendo treinamento, em Curitiba/PR, de Olívio Zantedeschi, Dashing Court conquistou a quinta vitória em 5 saídas. Ele, que vinha de vencer o GP Juliano Martins (G1), já contava, em seu retrospecto, com êxitos no Clássico Presidente Herculano de Freitas (L), além de ter vencido, seletiva e final, do GP Turfe Gaúcho.
A milha (na raia pesada) foi corrida no tempo de 1:37.16, com finais de 23.67 e 12.20.
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