11 dez 2019 | 12:47:14

Trio brasileiro busca sétima vitória, da criação nacional, no GP Carlos Pellegrini

Agassi, George Washington e Não Da Mais alinharão na prova máxima do turfe argentino.

George Washington: atropelada aguardada na longa reta final, de San Isidro.

Imagem: Sylvio Rondinelli/Divulgação JCB

No próximo sábado (14), em San Isidro, produtos de 3 e mais anos disputarão o Gran Premio Carlos Pellegrini (gr.I). Prova máxima do turfe argentino, reunirá 24 animais, dos quais 3 oriundos do Brasil: Agassi, George Washington e Não Da Mais, trio que buscará a sétima vitória da criação nacional, no histórico do páreo.

Rendendo o máximo de seu potencial na grama leve, Agassi (por Wild Event, de criação do Haras Old Friends e propriedade do Stud Verde) vem de vencer o GP Antonio Joaquim Peixoto de Castro Junior (gr.II), na Gávea. Montaria de Altair Domingos (já vencedor do Pellegrini, com Hi Happy, há 4 anos), recebe treinamento de Luis Esteves – que, por sua vez, encilhará outro animal no páreo: George Washington (por Redattore, de criação do Stud TNT e propriedade do Stud Happy Again), ilustre vencedor do Grande Prêmio Brasil (gr.I), no último mês de junho. Será conduzido por Marcelo Gonçalves e poderá escrever, em Buenos Aires, outro capítulo de sua fascinante história.

Vencedor de 3 provas de graduação máxima, Não Da Mais (por T. H. Approval, do Haras Phillipson) conquistou, com folga, o Derby Paulista, e poderá render tanto às conexões que detém sua propriedade, quanto ao treinador Afonso Flório Barbosa, o segundo troféu do Pellegrini – haja vista o envolvimento das partes com Going Somewhere, o último brasileiro a fazê-lo, no ano de 2012. Vencedor de todas as principais provas clássicas brasileiras, Carlos Lavor poderá, a bordo de Não Da Mais, emplacar seu primeiro “tango” na prova máxima argentina.

Dentre os vários qualificados adversários que serão enfrentados pelo trio, talvez nenhum chame tanta atenção quanto a potranca Joy Canela. Filha da “sensação” Fortify, já havia mostrado suas credenciais na Polla de Potrancas (gr.I), por ela vencida, em setembro. No mês de novembro, contudo, obteve vitória esmagadora no Gran Premio Enrique Acebal (gr.I), quando se firmou, em definitivo, como elemento de exceção. Deslocando apenas 51,5 quilos, poderá suceder a Potri Pe, que, em 1992, tornou-se a última fêmea a vencer o Pellegrini, até o presente momento.

Outro poderoso valor da geração 2016, presente ao lote, é Imperador, um Treasure Beach, de criação e propriedade do Stud Rio Dois Irmãos. Vencedor do GP Dos Mil Guineas (gr.I), vem de escoltar Roman Joy (ausente desta feita) no GP Jockey Club (gr.I). Saltando diretamente para o Pellegrini, abdicou do Derby do Gran Premio Nacional (gr.I), que veio a revelar nova vitória de G1 para Mirinaque (Hurricane Cat), o melhor arenático, de 3 anos, do país.

Haverá representantes da criação nacional, também, nas outras duas provas de graduação máxima do festival. No Gran Premio Joaquin S. De Anchorena (gr.I), em 1.600m na grama, a múltipla ganhadora clássica Lepate Goose (por T. H. Approval, do Haras Phillipson) busca a consagração, definitiva, da campanha. No histórico da Milha, o melhor resultado brasileiro foi obtido pela dupla Lieve e Kapo Di Tutti, respectivamente segundo e terceiro colocados, no ano de 2009. Já no quilômetro do Gran Premio Felix de Alzaga Unzué (gr.I), missão entregue a La Dorothea (por Rock of Gibraltar, do Haras Phillipson). A velocista encontra-se diante de desafio que, por duas vezes, ficou muito próximo de restar superado por corredores brasileiros: Odysseus, em 1984, e Eletro Nuclear, no ano de 2007, formaram a dupla.

Lepate Goose e La Dorothea, treinadas por Afonso Flório Barbosa, serão conduzidas por Carlos Lavor.

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