24 fev 2021 | 21:11:23

Aos 30 anos, Balanchine morre no Kentucky

Repleta de significados, histórica corredora segue sendo a última fêmea a ter vencido o Irish Derby (G1).


Balanchine vencendo o Irish Derby de 1994: desde então, nenhuma outra fêmea foi capaz de repetir seu feito

Imagem: Godolphin 

Poucos animais possuem tantos – importantes – significados quantos possuía Balanchine, que, na última semana, morreu, na Gainsborough Farm, no Kentucky, aos 30 anos.

Nascida em 1991, Balanchine (Storm Bird e Morning Devotion, por Affirmed) foi criada, nos Estados Unidos, por Robert Sangster (um dos fundadores da Coolmore), em seu Swettenthan Stud. Enviada, inédita, para a Inglaterra, conquistou duas fáceis vitórias, nas duas saídas inaugurais, aos 2 anos.

O chamativo começo de campanha despertou o interesse do Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum, que, por sua vez, veio a adquirir a corredora. Ao vencer, em sua 4ª saída, o Irish Oaks (G1), Balanchine se tornaria a primeira ganhadora clássica da história da Godolphin. De igual modo, Balanchine representou o primeiro êxito clássico daquela que viria a ser uma das mais longínquas e vitoriosas parcerias do turfe internacional: Godolphin e Frankie Dettori. À época, o bridão italiano possuía 23 anos de idade.

Logo após a vitória no Oaks, Balanchine faria história ao derrotar os machos no Irish Derby (G1) - vide replay abaixo. Desde então, nenhuma outra fêmea foi capaz de fazê-lo, perdurando, portanto, um tabu de 27 anos.

Em 8 saídas, Balanchine conquistou 4 primeiros lugares, com prêmios superiores a US$ 850 mil.

Na reprodução, Balanchine teve em Gulf News, segundo colocado no Prix Niel (G2), seu principal produto.

 

 

Mais notícias

No teste para o GP São Paulo, Zandor leva a melhor

Potro do Stud Estrela do Sul conquistou o Grande Prêmio 14 de Março (G3).

Japão: neto da brasileira Doubt Fire, Stinger Glass vence G3

Corredor conquistou o Diamond Stakes (G3), em Tóquio.

Em dia de Belmont, Galikovic vence a seletiva de Maroñas para o GP Latinoamericano

Corredor brasileiro foi o melhor no Clásico Manuel Quintela (G3).