Reunião anual do Comité Fiscalizador de Calidad de Carreras Clássicas da OSAF aconteceu na ultima sexta-feira
Comitê reuniu-se em Lima, no Peru, para validar os calendários clássicos dos países membros para 2018.
Na última sexta-feira (18), o Comité Fiscalizador de Calidad de Carreras Clássicas da OSAF (OSAF Race Pattern Committee) reuniu-se em Lima, no Peru, para avaliação das graduações recebidas pelas provas clássicas sul americanas. Nas corridas brasileiras, Cidade Jardim e Gávea receberam 4 promoções e sofreram 1 rebaixamento, cada, para o calendário clássico de 2018.
Em São Paulo, 4 listed races restaram qualificadas em termos de graduação, passando à condição de grupos III. Os Clássicos Imprensa (1.600m/grama, para éguas de 3 e mais anos), Presidente Marcio Correa de Toledo (1.000/grama, para produtos de 3 e mais anos), Santos Dumont (1.600m/grama, para produtos de 3 e mais anos) e Presidente Silvio Álvares Penteado (1.800m/grama, para éguas de 3 e mais anos) integrarão, portanto, a relação de provas de G3 no calendário paulista.
O Clássico Pres. Mario Ribeiro Nunes Galvão (L), para produtos de 3 anos, em 2.000m na pista de areia, por sua vez, perdeu a condição de listed race – tendo em vista que nas últimas 3 temporadas a média dos ratings dos 4 primeiros colocados (cálculo definidor da graduação) do páreo correspondeu a 94,75 libras. O limite de tolerância corresponde a 97 libras.
Ainda que sem rebaixamento imediato de graduação, 4 provas da chamada black type paulista receberam advertência do comitê. O Grande Prêmio ABCPCC (gr.I, em 1.000m/grama, para produtos de 3 e mais anos), com rating médio de 107,5 libras, encontra-se abaixo da tolerância de 110 libras. Já os Grandes Prêmios Antenor de Lara Campos (gr.III, em 1.600m/areia, para produtos de 3 e mais anos) e José Cerquinho Assumpção (gr.III, em 1.600m/areia, para produtos de 3 e mais anos), com 101,58 e 99,75 de rating médio, respectivamente, não atendem ao mínimo de 102 libras de média. O Grande Prêmio Independência (gr.III, em 1.000m/grama, para éguas de 3 e mais anos), por fim, resulta em 96,92 libras de rating médio – um bocado abaixo das 97 libras toleradas.
Na Gávea, a principal elevação de graduação deu-se com o Grande Prêmio Julio Cápua (gr.III, em 1.600m/grama, para produtos de 3 e mais anos), que obteve a qualificação de G2 para 2018. Até então listed races, os Clássicos Riboletta (2.000m/grama, para éguas de 3 e mais anos), Sandpit (2.000m/grama, para produtos de 3 anos) e Escorial (2.000m/grama, para produtos de 3 e mais anos) serão disputados sob a égide de grupos III no ano que vem.
Com rating médio de 90,42 libras, abaixo das 92 libras de tolerância, o Clássico João Gulart (L) perderá a condição de listed race na chamada clássica carioca.
Em termos de advertência, o Grande Prêmio Dezesseis de Julho (gr.II, em 2.000m/grama, para produtos de 4 e mais anos) precisará elevar o rating médio de 104,8 libras a fim de evitar rebaixamento para grupo III em 2019.
Na qualidade de presidente do comitê, Sérgio Luis Coutinho Nogueira representou o OSAF Race Pattern Committee, ao passo que Mayra Nouer Frederico, superintendente da ABCPCC, participou da reunião em nome da entidade brasileira.
A OSAF deverá divulgar, nas próximas semanas, a lista atualizada das provas de black type e as respectivas graduações dos 5 países membros - quais sejam Argentina, Brasil, Chile, Peru e Uruguai.
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