07 mar 2022 | 18:31:56

A era das apostas globais e o turfe da Ásia

por Sergio Barcellos


Hoje o turfe que mais cresce no mundo – função de seus estratosféricos movimentos de apostas e sua importância para a economia da região – é o asiático. Por trás desse fenômeno há um conceito: a internacionalização das apostas em corridas de cavalo, irrelevante em que país, hipódromo, ou moeda estejam os apostadores.

O exemplo mais recente – e mais significativo – é o do tradicional “meeting” de Ascot, a partir do instante em que os ingleses resolveram aderir a uma pedra única internacional em regime de “commingling” – através do sistema operacional de Hong Kong – e viram o MGA de suas corridas crescer nada menos que 60% de um ano para outro.

Com efeito, entramos em uma nova era onde a escala das pedras totalizadoras – aliada a retiradas menores por parte das sociedades promotoras de corridas – consegue, não só absorver fluxos significativos de jogo, como preserva os rateios eventuais de reduções dramáticas.

É assim que funcionam as apostas hípicas do planeta neste primeiro quarto do século XXI.

Onde estão os apostadores em corridas de cavalo?

Há 50 anos, eles estavam nos hipódromos. Hoje os hipódromos representam menos de 10% do MGA e só enchem nos dias de grandes eventos do turfe. Mesmo assim, depende da qualidade do espetáculo e do tipo de “ambiente” oferecido a um público – principalmente o feminino – cada vez mais exigente em matéria de conforto e exclusividade das instalações.

Pelos números de dezembro de 2019 – antes da pandemia do Covid – as apostas do Jockey Club Brasileiro estavam concentradas 66,4% nos agentes credenciados; 21,8% no site de apostas (Internet); 8,3% no hipódromo; 3,5% no Teleturfe.

Estes percentuais não diferem dos praticados no hemisfério norte. Tomemos o exemplo do Japão – longe de qualquer outro – o país que mais aposta em corridas de cavalo.

O turfe do Japão

No Japão, a programação de corridas está ancorada em dois mega eventos: o Derby e, no final do ano, a Japan Cup. Mas é o Derby que tem proeminência em termos da presença de público no principal hipódromo do país – situado nos arredores de Tóquio, capaz de abrigar 140 mil espectadores em suas amplas pelouses e nos seis andares corridos de tribunas, salões privados, camarotes e restaurantes imaculadamente limpos e floridos.

Nesse dia, as apostas podem chegar a US$ 450 milhões (quatrocentos e cinquenta milhões de dólares), com cerca de metade desse valor jogado apenas na corrida principal.
Contudo, são as agências credenciadas da Japan Racing Association (JRA) espalhadas pelo país aquelas que recebem um contingente adicional de 1,2 milhão de aficionados no dia do evento – somado ao 1,63 milhão daqueles que apostam regularmente por telefone ou Internet.

Além das agências, há mais 10.000 pontos de venda distribuídos pelo território japonês, operando através de máquinas de autoatendimento.

A divulgação do Derby privilegia, pela ordem: as redes sociais (os “teasers” das provas no Facebook e Instagram são vistos por 5 milhões de visitantes); os equipamentos urbanos (localizados principalmente nas estações de metrô e trem); e os anúncios em cerca de 10 milhões de páginas de jornais e revistas com análises e prognósticos dos páreos da reunião.

Afinal, se turfe, ao contrário das loterias de números, é um “jogo de informação” onde a observação pessoal conta – e se o objetivo da indústria é dar lucro – o principal cliente a ser servido nessas ocasiões é o apostador.

A média de idade dos fãs de turfe no Japão é 50 anos, mas a participação dos jovens vem crescendo. Para as autoridades da JRA, esta tendência impõe assegurar que a qualidade e lisura da competição sejam do mais alto nível em comparação com os outros esportes praticados no país – mesmo aqueles derivados das artes marciais.

As pistas japonesas gozam da fama de estar entre as mais perfeitas e melhor conservadas do mundo. Nelas, a estatística de acidentes é de 1% (em teóricos 1.000 acidentes de raia, apenas um pode ser atribuído à pista). A média de cavalos por páreo é de 14,4 animais, aumentando nas provas de Grupo para 14,8, em função do expressivo valor das dotações.

“Siga o dinheiro”

Parece interessante saber como se distribui a montanha de dinheiro apostado nas corridas japonesas. A seguir.

Do volume total, 74,9% retornam aos apostadores. Dos 25,1% restantes, 9% é imposto devido ao governo japonês, 10,8% representam os custos de administrar a atividade, e 5,3% correspondem ao lucro líquido.

Para se ter uma ideia de quanto esses percentuais representam em termos monetários, tomemos o exemplo do MGA de 2015, no montante de 27,0 bilhões de euros.

Desse total, 20,3 bilhões retornaram aos apostadores, 2,4 bilhões foram recolhidos em impostos ao governo e 2,9 bilhões representam os custos da atividade naquele ano. O lucro líquido final – de 1,4 bilhão de euros (ou cerca de 8,68 bilhões de reais), é sempre reinvestido na atividade.

Diante dessas cifras, entende-se perfeitamente porque o turfe da deusa do sol nascente não para de crescer e se tornou importante, não apenas para criadores, proprietários e profissionais, mas principalmente para o governo japonês – que passou a vê-lo como um aliado, seja pelo montante dos impostos que recolhe, seja pelos milhares de empregos, diretos e indiretos, que gera. A parceria perfeita.

Na Europa, a tendência de captar apostas através de agências credenciadas e pontos de venda (no caso, segmentados) se mantém. Vejamos os exemplos da França e Inglaterra.

Apostas hípicas na França e Inglaterra

Na França há 12.500 locais do PMU distribuídos entre agências e pontos de venda que podem estar em restaurantes, brasseries, lojas de conveniência de postos de combustíveis, bancas de jornais, etc., funcionando através de máquinas de autoatendimento e com percentuais diferentes de remuneração aos credenciados.

Na Inglaterra, os nove principais bookmakers se encarregam de manter e administrar seus milhares de pontos de venda, cabendo ao Levy Board uma parte menor deste processo.

Em síntese, mesmo diante dos avanços da tecnologia, são as agências credenciadas e os pontos de venda que respondem pela maior parte da captação de apostas no turfe internacional – o que torna importante sua gerência e supervisão pelas sociedades promotoras de corridas.

No caso específico do Jockey Club Brasileiro, com mais forte razão, pois o segmento representa mais de 60% do MGA da entidade.

Volume de apostas versus percentuais de retiradas

São 59 os países onde hoje existe um turfe desenvolvido. Sete deles respondem pela maioria do volume jogado anualmente em corridas de cavalo (que é de cerca de 90 bilhões de euros, ou 540 bilhões de reais). A Ásia entra com mais da metade desse valor (59,5%). A Europa e os países mediterrâneos somados significam 29,8%, e nas três Américas joga-se 10,7% do total.

Em volume de vendas, o Japão é seguido – de longe... – por dois turfes tradicionais: o inglês e o australiano, quando se considera a participação de seus bookmakers na captação total de apostas (leia-se, Tote mais bookmakers).

Uma observação: Inglaterra e Australia são hoje – ao lado de Hong Kong, Macau, Irlanda e África do Sul – os turfes com os menores percentuais de retirada.

Não por outra razão, é lá que estão os grandes jogadores profissionais do nosso tempo – que eles continuam a existir e movimentam volumes expressivos, na casa de centenas de milhares de euros por reunião.

E aí chegamos a um dos temas mais sensíveis da economia da atividade: os percentuais de retirada. Antes, porém, um parêntese importante.

O turfe e a natureza dos jogos mútuos

Como é sabido, no sistema de jogos mútuos – uma invenção francesa que data do século XIX – a banca retira um percentual do total apostado, e o que sobra é destinado a pagar quem acerta. Por outras palavras, quem ganha recebe de quem perde. Neste tipo de aposta, há uma química implacável entre escala monetária da pedra totalizadora versus os percentuais de retirada versus a formação dos rateios eventuais.

Assim, quanto maior for a escala (leia-se, volume de jogo na pedra) e menor o percentual de retirada – maior será o índice de dispersão dos rateios eventuais. Ao contrário, quanto menor for a escala na pedra e maior a retirada – maior será o índice de concentração dos citados rateios.

No limite do índice de concentração – conhecido entre nós como “pule de dez” – há um natural desestímulo à realização de novas apostas.

Claro, a correlação 1:1 fere de morte o princípio do risco-recompensa – alma e razão de ser de qualquer tipo de jogo a dinheiro inventado pela humanidade. Quando se zera a recompensa, o risco de continuar jogando tende ao infinito. De tão óbvia, a conclusão chega a ser tautológica. Fechado o parêntese.

Arkhê Kakôn

Os gregos têm uma expressão para localizar exatamente o começo das coisas ruins, seja de guerras a casamentos infelizes, cujo exemplo clássico é o do príncipe de Troia com a mulher do rei de Esparta, na Ilíada.

Eles chamam esse começo de arkhê kakôn (arkhê está em português como “arquétipo”, o primeiro modelo de qualquer coisa; e kakôn em “cacofonia”, no caso, o som embaralhado e trágico produzido pelas mulheres troianas ao verem seus bebês sendo atirados por cima das muralhas da cidade incendiada).

Talvez, o arkhê kakôn dos MGA’s do turfe brasileiro, cadentes há décadas em termos reais, tenha começado na recusa sistemática – posto que suicida – dos Jockey Clubs em atuar sob o regime de pedra única. Não satisfeitos, quando começaram a perder renda, tentaram compensar isso aumentando os percentuais de retirada, mantendo intocada a “pule de dez.” O pior dos três mundos.

Resultado: de uma só tacada, perderam escala no totalizador; derrogaram o princípio basilar do risco-recompensa; afastaram o que é fundamental para a existência de um turfe rentável: a parceria com os médios e grandes apostadores em corridas de cavalo.

Visões diferentes da mesma realidade

Enquanto isso ocorria no turfe do hemisfério sul, o do hemisfério norte caminhava na direção oposta.

Primeiro, sedimentou o conceito de pedra única entre os vários hipódromos nacionais como forma de lidar com a absoluta e inescapável necessidade de gerar escala nos totalizadores. Segundo, estabeleceu as menores retiradas possíveis. Terceiro, afastou de plano a possibilidade da “pule de dez.”

Não causa surpresa que – com a chegada da moderna tecnologia da informação, mais o avanço das comunicações por satélite – as pedras únicas do hemisfério norte tenham dado um salto qualitativo, ampliando seu escopo e passando de nacionais a internacionais.

E, pela primeira vez na longa história da indústria do cavalo de corrida, reuniram hipódromos, apostadores e moedas diferentes, todos eles interagindo em tempo real.

Os MGA’s daí resultantes simplesmente decolaram. Alguns dobraram de tamanho, outros nada menos que triplicaram. Estava criada uma nova forma de entender e interpretar o esporte das corridas. Os números a seguir não deixam dúvida.

Apenas como exemplo, no domingo do “meeting” do Prix de l’Arc du Triomphe de 2019 (o último antes da chegada da pandemia do Covid) foram jogado 11 milhões de euros (66 milhões de reais) pelos apostadores locais. A esses, devem ser acrescidos os 5 milhões de euros (30 milhões de reais) que vieram de Hong Kong em regime de “commingling”, totalizando 16 milhões de euros (96 milhões de reais). Mais os 40 milhões jogados, em “separated pool”, pelos japoneses nas imagens das corridas francesas transmitidas para lá.

Resultado: o volume gerado pelo MGA do evento saltou de 11 para 56 milhões de euros (ou R$ 336 milhões). Pois é.

Devoluções ao apostador

Em matéria de devolução ao apostador, os sete maiores MGA’s do planeta se comportam do seguinte modo:

Japão (devolve 74,9%); Inglaterra (devolve 90,6%); Australia (devolve 90% nos bookmakers e 86% nos Jockey Clubs); Hong Kong (devolve 83,9%); França (devolve 74,8%); USA (as devoluções ao apostador variam de estado para estado, quando não de hipódromo para hipódromo, mas giram em torno de 81,5 a 84%); Irlanda do Sul (devolve 92% nos bookmakers, sendo praticamente inexistente o jogo fora deles).

Além desses sete, apenas como ilustração, há vários outros turfes com MGA’s expressivos e seus percentuais de devolução:

Nova Zelândia (devolve 80,1%); Macau (82,5%); África do Sul (91,2% nos bookmakers e 74,4% no Tote); Canada (75,7%); Coreia do Sul (73,2%); Singapura (78,3%), etc, etc.

Crises econômicas e algumas soluções

Como microcosmo da atividade econômica, o turfe, seja ele nacional ou internacional, não escapa aos problemas que afetam a economia global. Neste século, até agora, foram dois os cataclismas que provocaram mudanças radicais na vida de pessoas e instituições: a crise econômica de setembro de 2008 e a pandemia do Covid-19, em abril de 2020.

Em setembro de 2008, o volume de apostas hípicas caiu abruptamente, principalmente nos EUA, Japão e Australia, nos meses que se seguiram à crise bancária, provocando a adoção de uma série de medidas urgentes por parte das grandes sociedades promotoras de corridas. Duas delas se destacaram na atenuação dos efeitos da crise: Hong Kong e a França.

Na temporada 2009/2010, mesmo com todos os problemas, ao invés de ceder, o MGA de Hong Kong cresceu 13% em relação a 2008/2009, o ano em que todos nós vivemos perigosamente.

Isso foi possível porque Hong Kong resolveu aplicar o “Princípio de Pareto” (“Em qualquer empreendimento humano, 80% das receitas é gerado por 20% dos clientes”) e deu um “desconto” de 10% nas perdas de seus maiores apostadores, encorajando-os a apostar mais com um orçamento 10% menor.

Na França, o PMU reduziu drasticamente as retiradas das apostas de vencedor e placê, os dois jogos mais populares, cujo volume aumentou, ao invés de diminuir. Em paralelo, ampliou para 16 o número de países participantes de seu “pool” de imagens de corridas vindas do exterior, fazendo-o girar 24 horas por dia nas agências e site de apostas.

Uma observação: com início em julho de 2018, o Jockey Club Brasileiro participou desse “pool” exportando, pela primeira vez no país, a imagem de reuniões da Gávea para o exterior, obtendo uma receita, em 2019, de R$ 1,34 milhão, líquidos, sobre o que os franceses jogaram nelas, ainda que em “separated pool.”

A iniciativa serviu para demonstrar que o turfe brasileiro, desde que se disponha a seguir os protocolos internacionais – ou seja, operar com modernos sistemas de totalização; gerar imagens em HD; estabelecer um número mínimo de pontos de filmagem na pista; cumprir com os horários de largada; aderir aos conceitos que presidem as regras de interferência na pista, etc, etc – é perfeitamente capaz de enviar a imagem de suas corridas para o exterior, obtendo receitas adicionais que de outro modo não existiriam.

Dois pressupostos

Hoje, o sucesso da indústria internacional de apostas hípicas está ancorado em dois pressupostos:

(i) Gerência 100% profissional da rede de credenciados, pontos de venda e site de apostas.

(ii) Criação de escala nas pedras únicas totalizadoras, sejam locais, sejam internacionais, aliada à importação e exportação de imagens, visando oferecer o “produto corridas” todos os dias, 24 horas por dia. Analisemos os dois pressupostos. A seguir.

O primeiro deles informa que nos países onde o turfe deu certo, a interação da indústria com sua rede de credenciados, pontos de venda e site de apostas é permanente; realizada em tempo integral; gerenciada por uma equipe treinada especificamente para isso; que se reporta diretamente ao principal mandatário da instituição.

Ademais, salvo na hipótese da ocorrência de jogo paralelo não regulamentado (e aqui se trata de um problema do Código Penal...), a experiência tem demonstrado que quando o MGA de determinada sociedade para de crescer, ou oscila em demasia – sem que haja uma explicação técnica para os dois fenômenos – a única explicação técnica possível deve ser procurada em alguma disfunção da rede de credenciados, pontos de venda e site de apostas.

No que respeita ao segundo pressuposto, ele é de uma clareza de ofender a vista.

O primeiro mundo do turfe descobriu há muito tempo que a forma mais rápida, mais eficiente – e de menor custo – para a criação de escala no totalizador, se dá reunindo dois ou mais hipódromos (até o máximo de seis), todos eles captando apostas ao mesmo tempo, através de um só e único sistema nacional de totalização, e encaminhando essas apostas para uma só e única pedra nacional – que serve a todos.

Pedra esta, divulgada em uma só e única rede nacional de agências, pontos de venda e site de apostas, que, destarte, alcança todos os espaços do território, aí incluídas as grandes cidades e o interior – este último, no caso brasileiro, hoje tão ou mais rico que a metrópole.

Fora dessa perspectiva, tudo tende a ser difícil para qualquer sociedade promotora de corridas, não importa seu tamanho, importância, ou o país onde ela esteja localizada.

A grande restrição

Em essência, a grande restrição à modernização do turfe brasileiro é de ordem funcional. E advém basicamente do fato de tratar-se de uma atividade com alto grau de complexidade inserida, porém, em uma estrutura de clube, onde – até por definição estatutária – inexiste a obrigação do lucro.

Diante dessa confissão, ter que perseguir um MGA que garanta a sanidade econômico-financeira da atividade – algo por si só mais complexo que formar um programa semanal de corridas – significa, de saída, dotar o segmento apostas de estrutura organizacional permanente, bem assim, atribuir-lhe grau hierárquico de subordinação e alçada no mesmo nível daqueles atribuídos aos mais importantes segmentos da instituição.

No século XXI, corridas é uma coisa; apostas outra, tão importante quanto.

Por outras palavras – como ocorre no Japão, em Hong Kong, na França, na Austrália, nos EUA, ou em qualquer lugar onde exista um turfe organizado e próspero – o executivo responsável por apostas, além de responder diretamente à gerência de topo da sociedade, não necessariamente é um especialista em cavalos de corrida.

Mas ele certamente faz conta muito bem; conhece política de crédito e processos contábeis; entende como funciona o “quebrado da pule” e a química das retiradas; é capaz de preservar a integridade e racionalidade da estrutura dos jogos e, sobretudo – o que é fundamental em seu ofício – gerencia com sucesso as virtudes e limitações de sua rede de credenciados, pontos de venda e site de apostas.

Recuperar os tempos de bonança do turfe brasileiro, aqueles de dezenas de hipódromos oficiais funcionando e 5.000 nascimentos por ano não é uma tarefa fácil.
Principalmente, diante de MGA’s que parecem se aproximar, em rota de colisão, do nível da indigência; mesmo quando comparados ao de países com um PIB significativamente menor que o nosso.

Mas não parece impossível tentar estancar esse movimento, adaptando à nossa realidade alguns dos conceitos já consagrados pelos gigantes da indústria – os construtores de um novo turfe de apostas globais; 100% profissional; de pedras únicas as maiores e mais abrangentes possíveis; do uso de um único sistema nacional de captação, totalização e difusão das apostas; da oferta de imagens de corridas (em HD) 24 horas por dia, via importação e exportação de imagens; e principalmente, da adoção de retiradas que não agridam o princípio basilar do risco-recompensa – coluna vertebral e sustentáculo de todos os jogos a dinheiro do planeta.

por Sérgio Barcellos

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