26 set 2020 | 16:52:19

Perigoosa leva o Brasil das Éguas para o Haras Doce Vale

Filha de Public Purse atropelou com sucesso no GP Roberto e Nelson Grimaldi Seabra (G1).

Perigoosa brilha na tarde ensolarada da Gávea

Imagem: Sylvio Rondinelli/Divulgação JCB

Primeira prova de graduação máxima do festival máximo do turfe nacional, o Grande Prêmio Roberto e Nelson Grimaldi Seabra (G1), em 2.000m na grama (pesada), marcou a disputa do chamado “Brasil das Éguas”. Vitória de Perigoosa, 5 anos, filha de Public Purse e I`m A Lady (Wild Event), de criação e propriedade do Haras Doce Vale.

Hacienda, pela linha um, esfuziou na ponta, após a largada. Olympic Dust acompanhava-lhe, à distância, na segunda posição. A favorita Mais Que Bonita corria no terceiro posto, com Kim Besinger, Helquis e Olympic Jackie disputando o quarto.

Alexandre Correia, como de praxe, corria Perigoosa contida, na sétima e antepenúltima posição.

Na curva, Olympic Dust foi para cima de Helquis. As duas giraram emparelhadas, para a reta final, mas não foram páreo para Mais Que Bonita cujos avanços fizeram dela a ponteira, na altura dos 400 finais.

Colando na cerca, Mais Que Bonita passou a receber – e neutralizar – os ataques de Helquis. Logo que a corredora do Araras perdeu força, porém, despontou a atropelada de Perigoosa, que livrou vantagem sobre Mais Que Bonita nos últimos 200 metros. Mais Que Bonita chegou a reagir, pelos paus, mas sem ter conseguido barrar o tropel – bem sucedido – de Perigoosa.

As duas primeiras colocadas chegaram ao disco separadas por ½ corpo. Helquis foi a terceira. Kim Besinger e Gyoza deram números finais ao marcador. A seguir, Olympic Dust, Olympic Jackie, Queen of Rio e Hacienda.

Enviada à raia por Venâncio Nahid, Perigoosa conquistou a 5ª vitória (2ª clássica) em 16 saídas. Também vitoriosa no GP Marciano de Aguiar Moreira (G2), paralisou os relógios na marca de 2:01.34.

Trata-se de uma neta da múltipla produtora de G1, Onefortheroad. Por consequência, tem na excepcional Court Lady sua terceira mãe. 

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